O projeto JUNT@S CONTRA A VIOLÊNCIA nasceu da vontade de criar no concelho uma rede articulada de respostas de apoio às Vítimas de Violência Doméstica, Vítimas Vicariantes e Vítimas particularmente vulneráveis criando elos de ligação entre entidades locais que, em conjunto, reforcem e melhorem a sua capacidade de atuação, criando respostas mais eficazes 

Baseamos a nossa atuação nos seguintes pilares:

 

Agir

Encontrar as melhores formas de intervenção na área da igualdade de género, nomeadamente na luta contra a violência doméstica e de género no concelho local:

Concertar estratégias e formas comuns de atuação através da cooperação de diferentes atores da sociedade civil e de diferentes órgãos do município, serviços de saúde, serviços de formação e emprego, órgãos de polícia criminal e outras entidades de 1ª linha;

Colmatar, junto de outros organismos nacionais e internacionais, a carência de programas que apoiem pessoas com Deficiência e/ou outro impedimento e Vítimas de Violência de Género e maus tratos;

Combater situações de violência cujas vítimas se encontram em situações de maior vulnerabilidade, como pessoas idosas, com deficiência, ou imigrantes;

Atuar junto das crianças, jovens e adultos do Concelho, criando dinâmicas centradas nas relações para a igualdade e a não-descriminação de género 

Apoiar e incrementar forças que ajam em prol da integração social das vítimas de violência de género, da capacitação e autonomização das vítimas de violência de género, bem como diminuir substancialmente os casos de reincidência e de revitimação promovendo medidas que, a seu tempo, visem aumentar a qualidade de vida, segurança e autonomia das vítimas de violência de género.

 

Prevenir

Sensibilizar a comunidade em geral para a importância de denunciar situações de violência  numa ótica de responsabilidade individual e de proteção para com aquele que, por virtude de circunstâncias diversas, vê-se incapacitado de o fazer:

Desconstruir, junto da população adulta, preconceitos e estereótipos e promover estratégias de intervenção que resultem na diminuição de comportamentos discriminatórios associados à condição de género, num processo contínuo e colaborante com a estratégia nacional para a igualdade;

Sensibilizar e envolver os jovens na prevenção e combate às desigualdades entre homens e mulheres e à violência no namoro, desmistificando preconceitos e estereótipos existentes face às relações amorosas e à violência estar presente na mesma. 

Alertar, sensibilizar e apelar incessantemente à denúncia e encaminhamento das vítimas particularmente vulneráveis, nomeadamente através de campanhas de rua e meios informáticos;

Divulgar junto das mulheres imigrantes e das mulheres que pertencem a minorias étnicas e culturais (ex: etnia cigana), informação sobre os seus direitos e deveres específicos enquanto mulheres;

Criar campanhas de sensibilização para os direitos das pessoas LGBTI e a vitimização a que estão sujeitas, lutando contra o preconceito e discriminação e prevenção dos crimes de ódio. 

Informar e sensibilizar os agentes económicos e sociais (desde empresas, associações, escolas, centros de estudo, IPSS´s, cooperativas, centros de saúde, agentes da autoridade, entre outros) sobre as boas práticas profissionais no atendimento, encaminhamento e apoio às vítimas de violência.

 

Informar

Produzir e divulgar informações, estudos e relatórios disseminando boas práticas nestas matérias:

Promover a divulgação de documentos de referência em formato acessível sobre os direitos e recursos existentes em matéria de Violência Doméstica e Violência de Género, em estreita articulação com o V Plano Nacional contra a Violência Doméstica;

Informar sobre os recursos de apoio disponíveis e divulgar sugestões práticas para enfrentar o problema, dirigidas às vítimas e àqueles que desejam apoiá-las;

Incrementar forças que ajam em prol da integração social das vítimas de género da capacitação e autonomização das vítimas de violência, diminuindo a reincidência e revitimação; e promover medidas que visem aumentar a qualidade de vida, segurança e autonomia das vítimas de violência de género em parceria para o sucesso de planos nacionais de igualdade;

Prevenir, sensibilizar e dar “(in)formação” a outras organizações não-governamentais em matéria de igualdade de género, tráfico de seres humanos e violência doméstica;

Esclarecer os públicos fragilizados e intervir no publico em geral, do modo como poderão pedir apoio, aconselhamento e efetuar a denúncia; 

Informar sobre os recursos de apoio disponíveis e divulgar sugestões práticas para enfrentar o problema, dirigido às vítimas de violência e pessoas particularmente vulneráveis; 

Orientar jovens, adultos e o público em geral para a construção de relações saudáveis e positivas;

Divulgar a nossa Unidade de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica como uma entidade especializada no apoio a vítimas de violência doméstica e de género.